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domingo, fevereiro 27, 2005
Sem lágrimas, sem palavras
Destroem qualquer compêndio, arrasam sem argumentos a racionalidade pura e dura: os sons agudos, ritmados, que crescem na outra ponta da casa, no outro lado do sono, e despertam os ouvidos da mãe (e do pai) para as verdades, não ditas ainda, do bebé.